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Implementando a integração com o Oracle

Escrito por Débora Sampaio
Atualizado essa semana

A integração entre a Linkana e o Oracle ERP automatiza o cadastro de fornecedores aprovados diretamente no Oracle, eliminando o processo manual de extração e inserção de dados entre os sistemas.

O fluxo é unidirecional: após a aprovação do fornecedor na Linkana, os dados são enviados automaticamente ao Oracle. Não há retorno de informações do Oracle para a Linkana além do identificador do fornecedor criado, que é registrado no painel da Linkana para fins de rastreabilidade.

Como funciona

Arquitetura de integração com Oracle ERP

1. Gatilho: aprovação do fornecedor na Linkana

O fluxo de integração é acionado automaticamente no momento em que um fornecedor é aprovado na Linkana. Não é necessária nenhuma ação manual para iniciar o envio. Além disso, atualizações serão disparadas após a aprovação de novas versões de formulários de cadastro.

2. Envio dos dados ao Oracle

A Linkana envia os dados do fornecedor ao Oracle por meio de um endpoint intermediário do cliente. Na prática, isso significa que o cliente precisa ter uma camada de integração própria que receba o payload da Linkana e faça a criação do registro no Oracle ERP.

Esse modelo foi adotado porque o Oracle ERP possui múltiplas APIs com estruturas e regras de negócio específicas de cada implantação. A camada intermediária do cliente é quem conhece essas especificidades e orquestra o processo internamente.

Alternativa: é possível que a Linkana faça o envio diretamente às APIs do Oracle, sem a camada intermediária. Nesse caso, é necessário o detalhamento técnico completo das APIs envolvidas e suporte ativo do time técnico do cliente durante o desenvolvimento. Esse caminho tende a aumentar a complexidade e o prazo do projeto.

3. Criação ou atualização no Oracle

O comportamento da integração depende do histórico do fornecedor no Oracle:

  • Novo fornecedor: a Linkana envia o payload sem um identificador Oracle. A camada de integração do cliente cria o registro no ERP e retorna o identificador gerado, que é então armazenado no painel do fornecedor na Linkana.

  • Fornecedor já existente: a Linkana inclui no payload o identificador Oracle previamente registrado, sinalizando que se trata de uma atualização. A camada de integração do cliente localiza o registro correspondente e aplica as alterações.

4. Retorno do identificador

Após a criação bem-sucedida, o identificador do fornecedor no Oracle (equivalente ao código do fornecedor no ERP) é retornado à Linkana e registrado automaticamente no painel do fornecedor, permitindo rastrear o vínculo entre os dois sistemas e o envio de atualizações, posteriormente.

Dados enviados ao Oracle

Os dados enviados pela Linkana incluem, de forma geral:

  • Dados cadastrais do fornecedor (razão social, CNPJ/CPF, tipo de pessoa jurídica)

  • Endereço

  • Dados de contato

  • Dados bancários

  • Dados fiscais (estadual e municipal, quando aplicável)

  • Informações de site e condições de pagamento, conforme regras de negócio estabelecidas

O mapeamento exato de cada campo para os campos do Oracle é definido na planilha De-para durante a fase de validação de escopo, e pode variar de acordo com a configuração do ambiente Oracle do cliente.

Pré-requisitos específicos

Além dos pré-requisitos gerais de integração, este modelo requer:

  • Camada de integração própria do cliente com um endpoint disponível para receber o payload da Linkana

  • Documentação do endpoint: URL, método de autenticação e estrutura de resposta esperada

  • Definição do comportamento de upsert: como o sistema do cliente identificará se o fornecedor já existe no Oracle (por CNPJ, por exemplo, ou por ID)

  • Mapeamento de campos entre o modelo de dados da Linkana e os campos do Oracle ERP

Bloqueio e desbloqueio de fornecedores

O status de bloqueio do fornecedor no Oracle pode ser gerenciado pela Linkana. Quando um fornecedor é bloqueado ou desbloqueado na Linkana, a integração dispara automaticamente a atualização correspondente no Oracle, sem necessidade de intervenção manual no ERP, desde que o campo esteja mapeado na integração e disponível via API. As regras de negócio que definem como um fornecedor deve ser bloqueado ou desbloqueado são alinhadas durante o escopo do projeto.

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